Esquecemo-nos de que somos aquilo que somos somente …
Para o bem ou para o mal, somos tudo aquilo que temos… há é que apreciar as nossas qualidades, e tentar ultrapassar os nossos defeitos.
Não vamos viver frustrados num mundo que nos soa estranho porque não lhe conseguimos imprimir a nossa marca pessoal.
Por isso há que perguntarmo-nos … será que vale a pena viver assim, condicionados por estereótipos? Ou será que devemos aprender a rorizar-nos de acordo com os nossos padrões … talvez distintos, talvez estranhos ou aparentemente incoerentes para os demais, mas nossos?
Eu sou eu.
Para o bem e para o mal.
Única.